PS NÃO DISCUTIU PROJETOS MUNICIPAIS

José Maria Costa fez campanha baseada no Governo 

O PSD de Viana do Castelo lamenta que o PS tenha baseado a sua campanha centrada no trabalho do Governo e menos naquilo que era fundamental para o Concelho e a Cidade de Viana do Castelo: discutir projetos municipais. "Com o Coração em Viana", o PSD não pode deixar, mesmo após as eleições, de assinalar a campanha que o candidato do PS, fragilizado, realizou. Uma campanha baseada na mentira, na demagogia, no ataque pessoal e na irresponsabilidade. 

O presidente da Câmara Municipal acusou, frequentemente, Eduardo Teixeira de ser o “candidato do Governo”. Eduardo Teixeira foi o candidato à Autarquia e não ao Governo. Apresentou projetos para a Câmara Municipal, em pormenor e explicitou-os para a comunicação social e aos Vianenses. Ao invés, José Maria Costa concentrou-se em guerrilha política em vez de apresentar projetos para aliviar às famílias de Viana os impactos da crise económica e financeira. 

A maioria dos Vianenses votaram e, como democratas respeitamos naturalmente o voto dos cidadãos, mas um presidente da Câmara que apenas se preocupa em aumentar o custo de vida da sua população e que não ouve os seus munícipes nunca poderá ser um bom presidente. 

O PSD de Viana do Castelo lutou até ao último momento para obter o melhor resultado possível, que foi um resultado muito acima do vaticinado pelos resultados das sondagens. Já para o PS foi o pior resultado de sempre, comparativamente aos anos anteriores. Há uma garantia que gostaríamos de dar, vamos ser ainda mais presentes e contribuir para que os Vianenses não sejam mais sacrificados do que já foram. Estaremos na primeira linha na defesa dos interesses do nosso concelho. 

Recorde-se que, face à conjuntura económica que o país está a atravessar, o PSD continua a ser o maior partido com maior número de Juntas de Freguesia, uma vez que manteve a maioria dos mandatos, o que lhe confere uma acrescida responsabilidade. 

O PSD de Viana do Castelo, não poderia deixar de felicitar todas as candidaturas que estiveram no terreno, independentemente da sua cor partidária, porque a democracia deve estar em primeiro lugar.